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MULHER INFLUENCIADORA NOS CARGOS E FUNÇÕES QUE OCUPA


Sugestão de estudo para reunião de mulheres no mês de agosto




Há um bom tempo que as mulheres, além deserem fortemente ativas no lar, vêm-se destacando profissionalmente, ocupando inclusive posições que, em tempos passados, eram exclusivas dos homens. É provável que isto signifique também o aumento

da participação de mulheres cristãs no mercado de trabalho, e isto é maravilhoso, porque possibilita uma soma de esforços no sustento da família.


Mas será que o apoio no sustento financei família é a única coisa que Deus espera de n

nos abrir as portas do mercado de trabalho?


É aí que entra a questão da“influência”. Essa palavra indica que uma pessoa não somente convive com outras, mas ela é capaz de provocar modificações. Aquela pessoa seria a

origem de alguma transformação nas pessoas ao seu redor.


Na Bíblia temos exemplos de mulheres que exerceram péssima influência nas pessoas ao seu redor.


Um deles é o de Jezabel, esposa do rei Acabe. Ela tinha uma personalidade forte, e era impulsiva, violenta e dominante, exercendo forte influência sobre o rei Acabe e os filhos. Ela perseguia os profetas do Senhor, mandando matar todo aquele que se pusesse contra suas práticas idólatras (I Rs 18:4), inclusive o profeta Elias, seu principal desafeto, porque reprovava seus costumes. Mas ela perdeu dele, em uma disputa, a fim de provar quem

era o verdadeiro Deus. No Monte Carmelo, caiu fogo do Senhor, e os profetas de Baal acabaram massacrados (I Rs 18:17-40). Jezabel sempre agia contra Deus, o que levou sua família a perder o trono, e o seu fim foi trágico (II Rs 9:36).


O livro de Ester nos fala de Zeres, a esposa de Hamã, que aconselhou o marido a construir uma enorme forca para matar o judeu Mordecai (Et 5:14). Este mal, arquitetado por ela, se voltou contra a sua própria família, pois, no final, o próprio Hamã foi enforcado ali (Et 7:10).


Observem, ainda, a má influência que as muitas mulheres e concubinas de Salomão tiveram sobre ele, principalmente na sua velhice, a ponto de fazê- lo até cair no pecado da idolatria. Como resultado, ele foi alvo da ira de Deus, e recebeu o castigo do seu reino ser tirado de sua família e dado a um dos seus servos, ficando somente com uma das tribos

(I Rs 11:11 e 13).


Observem, ainda, a má influência que as muitas mulheres e concubinas de Salomão tiveram sobre ele, principalmente na sua velhice, a ponto de fazê-lo até cair no pecado da idolatria. Como resultado, ele foi alvo da ira de Deus, e recebeu o castigo do seu reino ser tirado de sua família e dado a um dos seus servos, ficando somente com uma das tribos

(I Rs 11:11 e 13).


Mas, afinal, o que é necessário para sermos uma boa influência onde estivermos?


Os relatos bíblicos nos trazem muitas orientações. Um deles é o livro de Ester, que vale a pena ser lido por aqueles que ainda não o conhecem.


Na história da rainha Ester, diante da iminente destruição de todo o seu povo

provocada pelo primeiro-ministro Hamã, ela revelou possuir algumas características necessárias para aqueles que desejam ser uma influência positiva.


HUMILDADE


Por ser “a Rainha”, ela poderia ter ignorado o apelo do seu tio Mordecai. Mas ela o ouviu e

o respeitou, reconhecendo que talvez estivesse no local e no momento exatos para servir a Deus (Et 4:4).


Deus pode nos colocar em posição de destaque no meio social ou de autoridade no nosso local de trabalho. Mas isto não pode nos encher de prepotência, fazendo-nos tratar os outros de forma opressora ou tirana, nem nos transformar em uma pessoa arrogante, que age de forma atrevida e maleducada. Cristo, inclusive, nos lembra que sem a

humildade uma pessoa não pode herdar o reino dos céus (Mt 5:3).


ABNEGAÇÃO


Ester renunciou a sua situação de conforto para agir em favor do seu povo. Ela entendeu que sua posição não era somente para o seu bem-estar, mas para cooperar com um plano maior em favor do povo de Deus. Pessoas egocêntricas dificilmente abençoam

outras, a não ser, é claro, se isto redundar em um bem maior para si mesmas. E, se for assim, seu poder de influenciar positivamente o ambiente é praticamente nulo.


CORAGEM


Ela se apresentou diante do rei sem ter sido convocada, o que poderia significar a sua pena de morte. Com certeza ela temia por sua vida, mas isto não a impediu de agir. Ester não fugiu do chamado para interceder por seu povo, ao contrário, foi corajosa e se levantou pelos judeus. Às vezes nós também precisamos ter coragem para fazer o que é certo, mesmo que as circunstâncias sejam contrárias.


SABEDORIA


Ester não foi impulsiva ou atrevida. Ela planejou suas ações. Não falou no primeiro momento em que foi à presença do rei (Et 5:3-8). Esperou a melhor oportunidade para agir, denunciando a maldade de Hamã (Et 7:6).


TEMOR DO SENHOR


A palavra “temor” na Bíblia não significa necessariamente medo. Ela traz o sentido de

profundo respeito e obediência. Ester era temente a Deus e se dispôs a servi-Lo.

Com jejum e oração, ela demonstrou dependência de Deus e buscou a orientação e a segurança que só Ele poderia dar (Et 4:16). A meu ver, o principal item para que uma mulher

seja uma boa influenciadora, portanto, é o temor do Senhor, que a leva a ter as demais características e a orientação divina para fazer o que é certo. Que mulher fiel a Deus, sábia e corajosa Ester foi. E como Deus a usou de maneira tão surpreendente e soberana. Quantas lições importantes tiramos da experiência de Ester. Que elas nos instiguem a ser uma boa

influência onde quer que estejamos, sentindo-nos honradas ao sermos usadas por Deus, não importa em que profissão, função ou posição social. ❃


por: Valdenice Pimenta Araújo


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